Taxa de retenção | O que é, como calcular e melhorar

A taxa de retenção mede quantos clientes permanecem ativos ao longo do tempo. Ela indica fidelidade, satisfação e saúde do negócio. Retenção alta reduz custos, aumenta LTV e garante crescimento sustentável. Com dados centralizados, personalização, bom atendimento e CRM/CDP, empresas melhoram experiências, evitam churn e fortalecem relacionamentos.
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A taxa de retenção é um dos principais indicadores de performance de uma empresa, pois mede a capacidade de manter clientes ativos ao longo do tempo. Em outras palavras, mostra quantos consumidores continuam comprando ou utilizando os serviços em determinado período, em comparação com a base inicial.

Seu cálculo é simples: considera-se o número de clientes no início do período, quantos foram adquiridos durante ele e quantos permanecem no final. O resultado revela o percentual de clientes que a empresa conseguiu reter.

Essa métrica é muito importante porque clientes fiéis tendem a gastar mais, comprar com maior frequência e indicar a marca para outras pessoas, reduzindo custos de aquisição. 

Além disso, a taxa de retenção ajuda a identificar problemas na jornada do cliente, como falhas no atendimento, no produto ou na comunicação.

E, claro, se quiser saber mais sobre o que é taxa de retenção, continue a leitura com a EasyCDP!

O que é taxa de retenção?

A taxa de retenção é uma métrica que mostra a capacidade de uma empresa em manter clientes ativos ao longo de um período específico. 

Em vez de olhar apenas para a conquista de novos consumidores, ela revela quantos permanecem comprando ou utilizando o serviço. Esse indicador serve para avaliar a fidelidade e a satisfação do cliente, além de indicar a saúde do relacionamento da marca com seu público.

Como calcular a taxa de retenção de clientes?

O cálculo segue uma fórmula simples: Taxa de retenção = [(Clientes finais – Novos clientes adquiridos) ÷ Clientes iniciais] x 100

Por exemplo: se no início do mês a empresa tinha 500 clientes, ganhou 100 novos e terminou com 520, o cálculo seria: (520 – 100) ÷ 500 = 0,84 x 100 = 84% de retenção.

Qual a diferença entre taxa de retenção e taxa de churn?

A taxa de retenção mede quantos clientes continuam ativos. A taxa de churn indica quantos foram perdidos no mesmo período. Basicamente: a retenção mostra a força da fidelidade, enquanto o churn alerta sobre evasão. 

Ambas devem ser acompanhadas juntas, já que são complementares e oferecem uma visão equilibrada da performance.

Por que a taxa de retenção é importante para as empresas?

Manter clientes é mais barato do que conquistar novos. Estudos apontam que reter consumidores pode custar até cinco vezes menos do que investir em aquisição

Além disso, clientes fiéis compram com mais frequência, têm ticket médio maior e tendem a recomendar a marca. Portanto, uma boa taxa de retenção garante crescimento sustentável, reduz custos de marketing e fortalece a reputação.

Qual é uma boa taxa de retenção média no mercado?

Não existe um valor único, pois cada setor tem particularidades. Em negócios de assinatura (como streaming ou SaaS), taxas acima de 80% são consideradas boas.

No varejo tradicional, a média costuma ser menor, variando entre 60% e 70%. O ideal é que a empresa acompanhe seu histórico, faça benchmarking com concorrentes e busque sempre melhorar seus índices internos.

Como a taxa de retenção impacta no crescimento da empresa?

A taxa de retenção influencia diretamente no crescimento sustentável da empresa. Negócios que conseguem manter clientes fiéis gastam menos com aquisição e aumentam o valor do ciclo de vida do consumidor (CLV). 

Clientes recorrentes tendem a gastar mais, comprar com maior frequência e indicar a marca para outras pessoas, ampliando o alcance sem custos adicionais. 

Assim, uma alta retenção gera receita previsível, estabilidade financeira e potencial de expansão com menor risco.

Quais fatores influenciam diretamente a retenção de clientes?

  • Qualidade do produto ou serviço, se não atender às expectativas, dificilmente o cliente permanece.
  • Atendimento ao cliente, experiências positivas aumentam a confiança e a fidelização.
  • Preço e valor percebido, não se trata apenas do custo, mas da relação entre preço e benefícios.
  • Comunicação, manter contato no pós-venda e oferecer suporte faz diferença.

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Como a taxa de retenção pode indicar a satisfação do cliente?

Uma taxa de retenção é sinal de que os clientes estão satisfeitos e encontram valor no que a empresa oferece. Por outro lado, uma queda nesse índice indica falhas na experiência, problemas no atendimento ou insatisfação com o produto. 

Monitorar a retenção em conjunto com pesquisas de satisfação, como NPS (Net Promoter Score), permite uma análise mais completa sobre o nível de contentamento dos clientes.

Em quais setores a taxa de retenção é mais crítica?

A retenção é muito importante em todos os setores, ganhando maior autoridade em negócios baseados em recorrência. 

Dessa forma, podemos dizer que os principais usos incluem:

  • Telecomunicações – planos de internet e telefonia dependem da fidelização.
  • SaaS (Software as a Service) – empresas precisam manter usuários ativos para garantir receita mensal.
  • Serviços financeiros – bancos e fintechs que perdem clientes veem sua base de receita diminuir rapidamente.
  • E-commerce e varejo – clientes fiéis representam uma fatia do faturamento.

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Como melhorar a taxa de retenção de clientes?

Dentre as principais ações que podem ser utilizadas para melhorar a taxa de retenção de clientes, são:

  • Investir em atendimento personalizado para criar experiências únicas.
  • Criar programas de fidelidade que recompensam o cliente pela recorrência.
  • Utilizar ferramentas de CRM e CDP para centralizar dados e personalizar interações.
  • Atuar no pós-venda com comunicação ativa, suporte e acompanhamento da satisfação.
  • Monitorar métricas de engajamento para identificar pontos de abandono e agir preventivamente.

Separamos os principais exemplos de como fazer marketing personalizado.

A taxa de retenção pode variar de acordo com o ciclo de vida do cliente?

Sim, a taxa de retenção varia conforme o estágio em que o cliente se encontra na jornada. No início, durante a fase de experimentação, é comum que a retenção seja mais baixa, já que o cliente ainda está avaliando se a solução atende às suas demandas. 

Com o tempo, à medida que a confiança aumenta e o relacionamento é fortalecido, a retenção tende a crescer. Por isso, mapear o ciclo de vida do cliente ajuda a entender melhor os pontos de risco de evasão e a definir ações personalizadas em cada etapa.

Como mensurar a retenção em modelos de assinatura?

Em modelos de assinatura, a taxa de retenção é um dos indicadores mais importantes para avaliar a saúde financeira do negócio. 

O cálculo considera o número de assinantes ativos em um período em comparação com o período anterior, descontando os novos entrantes. Além disso, é comum analisar métricas complementares como MRR (Monthly Recurring Revenue) e churn rate.

Quais métricas complementares devem ser analisadas junto à taxa de retenção?

A taxa de retenção sozinha não conta toda a história. Por isso, deve ser acompanhada de métricas que complementem sua análise, como:

  • Churn rate: mostra a taxa de cancelamento.
  • NPS (Net Promoter Score): mede a satisfação e lealdade.
  • LTV (Lifetime Value): calcula o valor gerado por cliente ao longo do tempo.
  • CAC (Custo de Aquisição de Clientes): mostra quanto custa conquistar novos clientes.

O que significa ter uma taxa de retenção baixa?

Uma taxa de retenção baixa indica que muitos clientes estão deixando de consumir a marca. Consequentemente, sinaliza problemas na experiência do cliente, falhas no atendimento, preços não competitivos ou até insatisfação com o produto ou serviço. 

Além de prejudicar a receita, uma baixa retenção aumenta a pressão sobre a aquisição de novos clientes, elevando custos e reduzindo a previsibilidade financeira.  

Como a taxa de retenção influencia no ROI das campanhas?

A retenção está diretamente ligada ao ROI (Retorno sobre o Investimento) das campanhas. Clientes fiéis geram receita de forma contínua, aumentando o retorno das ações de marketing a longo prazo. 

Por exemplo, o investimento feito para conquistar um cliente inicial se dilui à medida que ele permanece comprando ou assinando, tornando o ROI mais positivo. 

Quando a retenção é baixa, as campanhas precisam investir constantemente em novos clientes para compensar as perdas.

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É possível comparar taxas de retenção entre diferentes segmentos?

Sim. Mas a comparação só faz sentido se considerar as particularidades de cada setor.

  • SaaS e streaming → costumam ter retenção alta, já que o modelo de assinatura incentiva permanência.
  • Varejo físico → tende a ter retenção menor, pois os clientes têm muitas opções de compra.

Portanto, use benchmarks setoriais apenas como referência e foque em melhorar seus próprios índices internos.

Como programas de fidelidade impactam na retenção de clientes?

Programas de fidelidade aumentam a lealdade porque oferecem recompensas tangíveis.

Exemplos:

  1. Pontos acumulados.
  2. Descontos exclusivos.
  3. Recompensas personalizadas.

Essas ações aumentam o LTV (Lifetime Value), estimulam recompras e dificultam a migração para a concorrência.

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Qual o papel do atendimento ao cliente na retenção?

O atendimento é decisivo. Um suporte empático e resolutivo gera confiança.

  • Bom atendimento = cliente satisfeito e fiel.
  • Atendimento ruim = risco imediato de churn.

Como personalização e experiência do cliente aumentam a retenção?

A personalização cria experiências relevantes. Quando a empresa adapta ofertas, comunicações e jornadas ao comportamento do cliente, ele se sente valorizado.

Dessa forma, as experiências positivas geram:

  • Maior engajamento.
  • Conexão emocional com a marca.
  • Redução no abandono.

Ferramentas de CRM e CDP podem ajudar a melhorar a taxa de retenção?

Sim!

  • CRM → organiza o relacionamento e o histórico de cada cliente.
  • CDP → centraliza dados de múltiplos canais, permitindo visão unificada.

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Daiane de Souza

Daiane de Souza é jornalista (0007147/SC) e pós-graduada em Gestão Comercial e Inteligência de Mercado. Redatora do Grupo Ativos Capital, cria conteúdos para as empresas EasyCDP, Brasilfone e Disparo Pro.

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